Sinopse
O futuro não chega em explosões, mas em algoritmos que moldam silêncios. Este livro é uma viagem pelo Brasil de amanhã, onde cidades respiram sob máquinas que calculam emoções, fabricam memórias e editam o que significa ser humano. Não há heróis nem vilões: há escolhas, concessões e a dúvida que insiste em sobreviver mesmo quando tudo pede obediência.
Entre a sedução da eficiência e a perda lenta da complexidade, estes ensaios constroem um retrato inquietante: e se a verdadeira ameaça não for a inteligência das máquinas, mas nossa disposição em abrir mão da imperfeição que nos torna humanos?